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Esse blog, surgiu com a idéia de divulgar cada vez mais a religião de Umbanda, e não para infringirmos os direitos autorais e nenhum outro, caso alguma postagem não agradar seu autor ou a pessoa citada favor entrar em contato que a mesma será retirada.
Esse Blog não pertence a nenhum terreiro e ao mesmo tempo a todos os terreiros e todos irmãos de fé, que atuam na umbanda com amor, buscando doar e amar simplesmente por:
Amar doar!!!

Mensagem do Astral

Oxalá nos enviou a mensagem que não devemos nos preocupar em sermos amados, pois isto ensejaria em virtude. Devemos nos preocupar em amarmos sobre todas as coisas, isso é sublime

Tato

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A CARPA APRENDE A CRESCER

A carpa japonesa ( koi) tem a capacidade natural de crescer de acordo com o tamanho do seu ambiente. Assim, num pequeno tanque, ela geralmente não passa de cinco ou sete centímetros - mas pode atingir três vezes este tamanho, se colocada num lago.
Da mesma maneira, as pessoas têm a tendência de crescer de acordo com o ambiente que as cerca. Só que, neste caso, não estamos falando de características físicas, mas de desenvolvimento emocional, espiritual, e intelectual.
Enquanto a carpa é obrigada, para seu próprio bem, a aceitar os limites do seu mundo, nós estamos livres para estabelecer as fronteiras de nossos sonhos. Se somos um peixe maior do que o tanque em que fomos criados, ao invés de nos adaptarmos a ele, devíamos buscar o oceano – mesmo que a adaptação inicial seja desconfortável e dolorosa.

Fonte: Paulo Coelho - Histórias para pais, filhos e netos

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Agulha e Linha

AGULHA E LINHA
Por Maria de Fátima

A costura e o bordado mais simples, bem como os mais elaborados, se fazem com o auxílio de agulha e linha. Mas, pronto o trabalho, só se percebe a presença da linha que teceu desenhos, prendeu botões ou realizou arremates e bainhas, cuja perfeição sempre dependerá da habilidade de quem realizou a tarefa.

Da agulha, quem se lembra? Ela conduziu a linha, aceitou o comando da costureira ou da bordadeira, enfrentou todo tipo de tecido, do mais resistente ao mais maleável, e depois ficou na caixa de costura. Exatamente onde deveria estar, a postos para qualquer novo chamado...

Assim somos nós, um pouco linha e um pouco agulha...

Talvez o papel da linha nos atraia mais. Todo mundo gosta de ver o seu trabalho reconhecido, é humano...

Já quando estamos na tarefa da agulha, às vezes nos lamentamos, sofremos pela dificuldade de romper as barreiras do caminho, esquecidos de que tudo faz parte de um projeto maior...

Não é possível chegar à costura ou ao bordado pronto sem qualquer daqueles agentes, a linha e a agulha. E para que um deles diga a que veio, mostrando o próprio valor e utilidade, precisará da ajuda do outro. A linha não borda e nem costura sem a agulha; e a agulha também nada disso fará sem ter a linha. Conversa de maluco...

Pois é.

Acontece que andamos como malucos, quase sempre, no corre-corre diário.

Quando a vida nos dá a linha, não queremos ser a agulha, tentamos escapar do trabalho mais árduo, sonhando com a coisa pronta... Ou quando ela nos dá a agulha, quantas vezes reclamamos por não ter “a cor certa” de linha pra usar ali, esquecidos de que improvisar é possível, temos essa capacidade latente...



Costureiras, bordadeiras, agulhas e linhas, eis que somos um pouco disso tudo, ao final. Ninguém exigirá um bordado ou costura de quem não aprendeu, antes, como fazê-los. Nem a Vida nos exige mais do que podemos fazer. Em mãos que se dedicaram a aprender e se tornaram hábeis, a agulha encontrará tarefas a realizar, é feita para isso. Essas mãos também saberão dar bom uso à linha disponível, completando o bordado ou a costura necessária. Precisamos então nos dedicar a aprender a fazer uma e outra coisa, a unir as possibilidades, enfrentando desafios, confiantes de que o resultado final valerá a pena.

Como diz o Sr. Zé Pelintra, “a Vida é o milagre que já aconteceu”: está tudo aqui, do que é essencial, bem ao nosso alcance. Não adianta ficar esperando “acontecer”, nós estamos aqui para fazer a nossa par te, ora como agulha, ora como linha. Fomos preparados para “costurar e bordar” a parte que nos cabe em nosso caminho de evolução.

Levando a maluquice pra outro ângulo: nós e a Espiritualidade, nós e os nossos bons e amados Guias. Eles têm sido agulhas de primeira, conduzindo-nos em todos os caminhos e realizando a parte mais árdua da tarefa, sempre chegando primeiro, preparando e amaciando o terreno e sempre nos atribuindo méritos pelo resultado final. Por igual, eles são a linha mais excelente, na medida certa, na cor certa e no calibre certo. Entregam tudo “redondinho” em nossas mãos, só nos cabe aceitar o presente e nos deixar guiar pelo seu conhecimento milenar na execução dos mais diversos e sofisticados “bordados e costuras”. No entanto, corremos o risco de ser pegos aqui agindo como crianças birrentas, ora reclamando do tamanho da agulha, ora reclamando da cor da linha, demorando a nos entregar ao encanto da comunhão de tarefas que nos proposta no campo mediúnico. Porém, se formos pegos, vamos usar o “exemplo saudável” das crianças, que logo se levantam depois de um tombo!

Os Guias poderiam se gabar dos seus conhecimentos e também das suas qualidades como agulha e como linha. No entanto, geralmente se recolhem, no Amor Daquele que tudo Vê, aceitando o papel humilde das agulhas: fazem o seu trabalho amoroso e se recolhem, na caixinha de costura que lhes construímos com a nossa compreensão limitada, permanecendo sempre a postos e dispostos a nos ajudar, na primeira necessidade.

Um dia aprenderemos com o exemplo deles. Com certeza, chegaremos a compreender melhor o papel e o valor de cada coisa em nossas vidas. Desde uma simples agulha até uma simples meada de linha, tudo serve a um propósito maior. Cada um de nós está aqui como parte da Grande Vida, que Se tece com a delicada beleza que nasce das Mãos Perfeitas do Amado Criador. Tudo importa e tudo vale a pena.

sábado, 19 de setembro de 2009

Tudo é o amor !!

Vida é o amor existencial.

Razão é o amor que pondera.

Estudo é o amor que analisa.

Ciência é o amor que investiga.

Filosofia é o amor que pensa.

Verdade é o amor que eterniza.

Ideal é o amor que se eleva.

Fé é o amor que transcende.

Esperança é o amor que sonha.

Caridade é o amor que auxilia.

Fraternidade é o amor que se expande.

Sacrifício é o amor que se esforça.

Renúncia é o amor que se depura.

Simpatia é o amor que sorri.

Trabalho é o amor que constrói

Indiferença é o amor que se esconde.

Desespero é o amor que se desgoverna.

Paixão é o amor que se desequilibra.

Ciúme é o amor que se desvaira.

Orgulho é o amor que enlouquece.

Sensualismo é o amor que se envenena.

Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do amor, não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente.

Francisco Cândido Xavier

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

A História do lápis

Repassando
----- Original Message -----
Subject: Fw: [parasempreumbanda] A História do lápis....

O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:

- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?

A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:

- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.

- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

"Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade".

"Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor."

"Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça".

"Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você."

"Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação".


Abs

Severino Sena

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O “CERTO” E O MELHOR DE CADA UM

Por Maria de Fátima

Fico pensando naquelas situações em que a gente acredita que fez tudo o que podia, “tudo certinho”, e ainda assim “a vida empaca”, as coisas não andam, tudo parece dar errado...

Por que será?

A nossa primeira reação é “achar os culpados”: a família, os companheiros, a chuva, o sol, o governo, o patrão, a religião, o mercado financeiro... Mas se um dedo da nossa mão aponta pra fora, outros quatro ficam voltados pra nós mesmos, não tem jeito...

O que fazer? Talvez tenha chegado a hora de se pensar a respeito, com toda a sinceridade do nosso coração, para reencontrarmos o caminho da felicidade...

E uma “vozinha interior” acaba nos contando que não existe certo e nem errado, em termos absolutos, que garantam êxito eterno a ninguém. O que existe são ciclos que nos preparam para um salto evolutivo, são momentos na vida em que precisamos repensar tudo, reavaliar, rever conceitos e preconceitos, largar para trás as velhas idéias e as velhas manias e sair em busca de aplicar o nosso melhor, o melhor que já sabemos e insistimos em não aplicar em nós.

Porque uma Lógica poderosa, mas plena de Amor e muito superior ao que imaginamos, governa todas as coisas. Ela é a própria Lei Divina em ação, e ela pede que a gente aplique, na nossa própria vida- e não na vida dos outros porque cada qual tem seu momento- aquilo que já nos foi ensinado e repetido...

Chega uma hora em que a Vida nos pede para colocar em prática todas aquelas lições que recebemos dos guias espirituais, da família, dos amigos e até mesmo dos adversários. Caso contrário, nada evoluiria, e a humanidade não passaria de um bando de papagaios repetidores de palavras, sem jamais entender o significado dessas lições cujo objetivo é nos empurrar para o encontro da felicidade. A Vida nos dá o melhor para o momento e pede que apliquemos isso no momento.

Só a intenção não basta. É preciso que a gente coloque em prática as sugestões da Luz, que chegam aos poucos, gota por gota, para que cada um de nós vá assimilando, vá percebendo o valor daquele ensinamento. Daí é preciso colocar tudo pra valer, colocar tudo em prática e fazer as mudanças que o momento pede.

Dá pra sentir, então, que não basta fazer aquilo que a gente achava “o certo”. Pois esse “certo” pode não nos servir mais. É imprescindível fazer O NOSSO MELHOR.

E o nosso melhor é aquilo que acabamos de aprender: no dia-a-dia, com as nossas experiências de erro e acerto; com as orientações dos guias espirituais, da família, dos amigos e também com “o exemplo pelo avesso” que os adversários nos dão, mostrando tudo aquilo que não nos serve pra nada... (rs...).

Os adversários que surgem em nosso caminho são “as dependências ou as DP” que a gente vem carregando e não sabe; então vai precisar repetir a lição e mostrar o que aprendeu...

Porque Deus não teoriza: Deus CRIA o tempo todo e todo o tempo, em nosso favor. Deus não cria inutilidades: Deus nos traz O MELHOR, sempre o melhor, e assim vai preenchendo todas as nossas necessidades. É aquela coisa do Salmo: “O Senhor é meu Pastor, e nada me faltará”. Não falta mesmo! A gente é que “empaca” e não vê...

E se a gente não vê isso, ou finge que não vê, surgem os problemas: verdadeiras “radiografias” mostrando a gente por dentro, as encrencas escondidas que a Luz quer revelar, para dar um basta em todo esse nosso lixo psíquico e emocional.

Porque a única forma de se exterminar com essas trevas interiores é colocá-las bem debaixo de um feixe de luz. Pronto! A verdade aparece: estamos, ou então não estamos fazendo o nosso melhor...

E aí a Lei vem e cobra uma revisão de atitudes e caminhos, mas somente para nos preservar. Porque também somos Luz e o nosso “destino” é descobrirmos que somos isso, e nos tornarmos isso: Filhos da Luz, agentes e beneficiários da Luz Divina.

Portanto, não precisamos carregar nada de velho: sabemos que sempre seremos amparados, conduzidos e alimentados pela Luz. Então, não perdemos nada, sempre ganhamos, porque sempre nos renovamos pela atuação da Luz.

O sofrimento pode acabar aí: a gente ri feito criança, ri da própria criancice, decide crescer, toma um banho de Luz e vai em frente!

O que eu sei de tudo isso? Acabei de ver “minhas radiografias”, tô jogando lixo fora e quero ir em frente...

sexta-feira, 31 de julho de 2009

A Religião do Medo

Por Jorge Scritori

A palavra medo está diretamente associada ao estado de angústia e apreensão em face de um perigo real. Para a minha surpresa, no dicionário, a palavra medo vem depois do termo mediunidade.
Estou há um tempo sem escrever e pelo visto estou voltando do meu período de hibernação, afinal este é o terceiro texto do dia. Estou pensativo e reflexivo, tenho lembranças de quase todos os rostos que me deparei com questões mediúnicas e religiosas associadas ao medo.
São revelações corriqueiras, coisas que muita gente já ouviu falar, então me pergunto: será que estou na religião do medo?
Tô bem chateado de ficar teorizando que a religião é para religar, só que algumas pessoas religam na situação errada. È pra religar a Deus, e alguns irmãos acabam se religando em coisas que aparentemente estão afastadas do Pai Maior.
Como posso entender que um médium tem medo de se afastar ou ausentar da casa espiritual em função do medo que tem do seu dirigente?
Como posso entender um médium iniciante que tem medo de não “cuidar” direito dos seus guias e ser molestado pelos tais “guias”?
Como posso entender um médium que tem medo que seus guias não trabalhem ou não possam se firmar em terra caso ele não “faça” a coroa com o dirigente?
Como posso entender que tem “guia espiritual” que faz ameaças?
Como posso entender que uma pessoa está com medo porque existem orixás “brigando” pela coroa dela?
Como posso entender alguém que aceita ser assediado moralmente, humilhado diante de um pequeno público, pois ali está o “guia” falando, dando aquela bronca, passando aquele sabão, dizendo “verdades” que ele domina e que com certeza dominam a vida dessa pessoa?
Na verdade, acho que sou meio burro, ou ignorante mesmo, por que sinceramente, eu NÃO CONSIGO ENTENDER!
Outro dia me perguntaram:

- O crescimento neo pentecostal te assusta?

Respondi:

- Não. O umbandista me assusta...Afinal, vivemos na religião do medo.
Medo é igual a controle, controle também se manifesta pela imposição do medo.
Você tem medo da sua religião?
Alguém já "vendeu" medo religioso pra você?

Abraços.

Jorge Scritori
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PERDOE-ME PAI


Ó Pai, tu que és detentor de infinita bondade,

Perdoe-me se algum dia fraquejar aos seus ensinamentos, e me cubra com sua extraordinária fé;
Perdoe-me pelos maus pensamentos e cubra-me com seu manto de fraternidade;
Perdoe-me se titubear em minha fé e encha meu coração com esperanças de um dia lhe encontrar e descobrir que sou vitorioso;
Perdoe-me se algum dia tratei um irmão com indiferenças e nem ao menos percebi do que este necessitava;
Perdoe-me se em pensamentos me desviei do seu caminho e me guie com seu amor de Pai;
Perdoe-me se reclamo ao não alcançar o que desejava e nem ao menos lhe perguntei se sou merecedor;
Pai sei que não sou seu melhor filho, e nem quero ser, mas sou seu filho, e sei que reconhecendo isso já estou mais próximo do Senhor;
Pai peço que me guie pelos seus caminhos, fazendo de mim um instrumento dos bons espíritos;
Fazendo com que eu saiba amar, respeitar, ser calmo e paciente, ser simples e humilde, ensinar e aprender, saber ouvir para depois falar, ser solidário e caridoso sem esperar nenhum reconhecimento;
Pois sei meu Pai, que nesse momento estou sendo assistido pelo Senhor, seu filho e as falanges de espíritos amadores e misericordiosos;
Se assim for da sua vontade.

Amém

Mensagem inspirada pelo espírito “Tato”.

ORAÇÃO PAI NOSSO EM ARAMAICO

Pai e mãe respiração da vida, fonte do som, ação sem palavras, criador do cosmos,
Faça sua luz brilhar dentro de nós, entre nós e fora de nós para que possamos torná-la útil.
Ajude a seguir nosso caminho respirando apenas o sentimento que emana do senhor, nosso eu, no mesmo passo possa estar com o seu para que caminhemos como reis e rainhas com todas as outras criaturas.
Que o seu e o nosso desejo, sejam um só, em toda a luz, assim como em todas as formas, em toda existência individual, assim como em todas as comunidades,
Faça-nos sentir a alma da terra dentro de nós, pois assim sentiremos a sabedoria que existe em tudo.
Não permita que a superficialidade e a aparência das coisas do mundo nos iluda e nos liberte de tudo aquilo que impede nosso crescimento,
Não nos deixe ser tomado pelo esquecimento de que o Senhor é o poder e a glória do mundo, a canção que se renova de tempos em tempos e que a tudo embeleza.
Possa o seu amor ser o solo onde cresçam nossas ações, que assim seja.
Pessoas pequenas têm excessivo espaço dentro de si para guardarem mágoas, choram envaidecidas de sua pequenez interior.
Pessoas engrandecidas nem guardam espaços para sentimentos negativos como a raiva, o rancor, o ódio. Pois dentro de si estão repletas de amor, paz, tranqüilidade. Semeando o amor constantemente o espírito se encarrega de abster-se de energias ruins, enchendo a alma, o ser de alegria, júbilo e compreensão.

pelo espírito Tato